quinta-feira, 30 de julho de 2009

Caminho aberto ao trabalho escravo


Lula falou para o Luppi que falou para a Lucíola que falou para um aspone que mandou o Figueiredo falar para o jornalista que não era mais para falar para a imprensa que havia trabalho escravo e degradante de nas lavouras de cana do interior paulista.

O Lula é aquele que não sabia, o Carlos Luppi é o ministro que não trabalha, a Lucíola é quem pariu Léo Jaime, o aspone ( assessor de porra nenhuma) ninguém sabe quem é, e Roberto Figueiredo, coordenador do Grupo Móvel de Fiscalização Rural do MTE no interior paulista, desde então não fiscalizou mais nada.

O jornalista não obedeceu porque não deixaria de cumprir seu dever de ofício, e foi demitido por razões obscuras que podem ser explicadas pela sequência acima.

Passados doze meses o Lula voltou a justificar o trabalho degradante nas lavouras de cana comparando com o trabalho dos mineiros de carvão da Inglaterra, que segundo ele seria pior que no Brasil e aqui pode se matar o braçal porque a produção de energia assim o exige.

O impacto na mídia foi extremamente o oposto do ano anterior, quando a Folha de São Paulo estampou na primeira página as provas da exploração da mão de obra barata pelos “heróis do Brasil”, classificados assim na época pelo presidente, apesar das evidências em contrário.

O 'Fantástico' da Globo, que denunciava trabalho escravo outrora, hoje elogia as relações trabalhistas 'politicamente corretas' dos coronéis da cana.

É uma prova contundente de que o caminho está livre para que possa receber recursos de campanha e emplacar sua candidata ao Planalto para mais quatro anos de exploração de trabalho escravo.